Espresso do Zé
Curto, encorpado e com aquele crema cor de mel. Nosso blend assinatura, do jeito que o Zé serve há quarenta anos.
Grãos especiais brasileiros, torrados artesanalmente em pequenos lotes. Aqui o tempo passa devagar e cada xícara conta uma história — daquelas que a gente toma sentado, sem pressa, com prosa boa e cheiro de mato no ar.
O Zé do Rufino aprendeu a torrar café no fogão a lenha, no quintal da casa da vó dele, lá no Sul de Minas. Era menino, mas já sabia distinguir o cheiro do grão maduro do verde. Dizia que café bom é igual conversa boa: precisa de tempo, paciência e alguém que se importe com o resultado.
Quase setenta anos depois, a tradição continua viva. Cada saca que entra aqui foi escolhida a dedo, conversada com o produtor, torrada com método mas sem pressa. Não é nostalgia — é teimosia bonita. É insistir que tem coisa que máquina nenhuma faz tão bem quanto a mão de quem entende.
Por isso a gente abre as portas todo dia: pra dividir essa xícara com você.
Cada item é preparado com calma, com grão fresco e ingredientes selecionados. Sem pressa, do jeito que o Zé gosta.
Curto, encorpado e com aquele crema cor de mel. Nosso blend assinatura, do jeito que o Zé serve há quarenta anos.
Coado no filtro de pano, devagarinho. Notas de chocolate amargo e caramelo. É o café do café da manhã que a gente nunca esquece.
Espresso, leite vaporizado e uma camada de espuma sedosa. Quentinho, aveludado, daqueles que reconciliam com a segunda-feira.
Toda segunda muda. Hoje é um microlote da Chapada Diamantina — fermentação natural, notas de frutas vermelhas e jasmim. Pergunte ao barista.
Receita mineira, queijo curado e polvilho azedo na medida certa. Sai do forno o dia todo. Acompanha qualquer café — e qualquer prosa.
Receita da bisavó do Zé. Fubá fininho, erva-doce, goiabada cascão que escorre quentinha. Combinação perfeita com o coado.
A gente conhece cada produtor pelo nome. Cada região tem seu jeito, seu clima, seu sabor — e a gente respeita isso na hora de torrar.
Origem clássica, café equilibrado, doce e com corpo médio. Berço de muitas das nossas xícaras tradicionais.
Notas: chocolate ao leite, castanha, caramelo
Altitude, sol forte e noites frescas. Resulta em cafés limpos, com acidez delicada e doçura natural marcante.
Notas: amêndoa, mel, baunilha
Tradição centenária na fronteira de SP com Minas. Cafés encorpados, intensos, perfeitos para um espresso de respeito.
Notas: cacau, especiarias, frutas secas
O sertão da Bahia produzindo microlotes que surpreendem. Cafés exóticos, complexos, com personalidade tropical inconfundível.
Notas: frutas vermelhas, jasmim, melaço
Cada xícara servida vira uma história. Aqui vão algumas delas.
Entrei pra esperar a chuva passar e saí com endereço de fim de semana. O café é desses que fazem a gente reaprender o sabor de café.
Trabalho aqui umas três vezes por semana. O wi-fi vai bem, o café vai melhor ainda, e o pão de queijo… esse é covardia.
O barista me explicou cada nota do microlote da semana com uma calma que parecia que tinha o dia todo. Saí do café entendendo café.
Lugar que cuida do detalhe. Da xícara ao papel do guardanapo. É raro encontrar isso, ainda mais com preço justo.
Levei meu pai, que é mineiro raiz e desconfiado. Ele tomou um gole do coado, balançou a cabeça e disse: "esse aqui sabe o que faz".
Um pedacinho do nosso cantinho — para você sentir o cheiro daqui de onde estiver.
Estamos numa esquina tranquila do bairro, com porta sempre aberta. Aparece, puxa uma cadeira e pede um café.
Rua das Acácias, 137 — Vila Madalena
São Paulo, SP — 05435-020
Seg a Sex: 7h às 20h
Sáb e Dom: 8h às 19h